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Santo Antônio do Leverger (MT), Quarta-feira, 04 de fevereiro de 2026 - 

Presidente da Câmara cobra ação do DAE e propõe privatização



Foto: Da Assessoria
Durante sessão na Câmara Municipal, Rafael Lima expressou sua insatisfação com a demora


Da Assessoria

 

Em Santo Antônio de Leverger, o presidente da Câmara Municipal, Rafael Lima (PSB), criticou a ineficiência do Departamento de Água e Esgoto (DAE) diante de um vazamento de água tratada no bairro Lixá, que persiste há quase um mês. Diante da situação, o vereador propôs a privatização do serviço como solução para os problemas recorrentes no abastecimento de água da cidade.

 

Durante sessão na Câmara Municipal, Rafael Lima expressou sua insatisfação com a demora na resolução de um vazamento no bairro Lixá, que, segundo ele, já foi reportado diversas vezes ao secretário de Saneamento e Abastecimento de Água, Joelson do Nascimento Paula, conhecido como D Paula. "Está formando um tanque que dá para criar peixe", ironizou o vereador, destacando a gravidade da situação.

 

O parlamentar ressaltou que a população tem utilizado as redes sociais para cobrar soluções, o que considera louvável, mas aponta a necessidade de ações concretas por parte do DAE. "Nós não estamos conseguindo resolver pequenos problemas", afirmou Rafael Lima, defendendo a privatização como alternativa para melhorar a eficiência do serviço.

 

Segundo o vereador, o secretário do DAE justifica a falta de estrutura como impedimento para resolver as demandas. No entanto, Rafael Lima argumenta que é preciso buscar soluções efetivas, pois a falta de água é uma questão crucial para a população de Santo Antônio de Leverger.

 

A proposta de privatização do DAE levanta debates sobre a gestão dos serviços públicos de abastecimento de água. Enquanto alguns defendem que a iniciativa privada pode trazer maior eficiência e investimentos, outros temem que a privatização possa resultar em aumento de tarifas e exclusão de populações mais vulneráveis.

 

Em Mato Grosso, o desafio da perda de água tratada é significativo. Dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) de 2023 indicam que aproximadamente 45,4% da água captada e tratada no estado é perdida durante a distribuição, colocando Mato Grosso como o 11º estado brasileiro com maior perda hídrica. 

Autor: Administrador Geral

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